Agravo com psicofármacos e suas consequências

Qualquer vez que se atende em direção a mais pessoas em problemas decorrentes do agravo aos psicofármacos, uma questão que afeta mais essa mulheres que não senso de homens, porque elas se consomem em maior medida. A primeira dificuldade para descobrir isto vício é que muitas pessoas são viciadas, mas em cima de são conscientes. Além disso, esses medicamentos são legais, fáceis dentre conseguir e, em cima de tudo isso, os tranquilizantes, baratos. Longe fica do perfil do viciado essa drogas ilegais, porquê a heroína, o associado não sentido de população marginal e com saco de saúde.

Para Branca Brigos, psicóloga clínica do meio do desintoxicação Instituto Hipócrates, “o fator mais importante para falar com um vício dentro é o tempo que durar a tomada do que psicofármacos, mas a necessidade dentre tomar mais quantidade para obter os mesmos efeitos, a incapacidade dentre lidar com destino a situações do que a vida sem tomar um comprimido, o medo em direção a ficar sem elas…”. É um vício que afeta essa três níveis: o físico, porque o corpo pede mais doses; o intelectivo, pois, o pensamento para a pessoa está focado em obter ou consumir as pílulas; e o comportamental, porque algumas pessoas realizam ações que nunca fariam se em vez de terem a dependência.

Os sintomas mais fáceis dentre detectar em secção entre amigos, familiares ou colegas de trabalho são “o isolamento, alterações de atitude ou humor, deixar com realizar atividades habituais, a perda ou a deterioração do que as relações sociais ou problemas no trabalho”, diz Fidel Riba, dirigente médico do Núcleo Terapêutico Marenostrum.

Combinação habitual

É raro que uma pessoa é viciada apenas em direção a esses medicamentos. A combinação mais comum é a dependência ao álcool e os psicofármacos, seguida do que álcool, cocaína e psicofármacos. “Muitas pessoas chegam na direção da clínica convencidas de que o seu problema tem que olhar apenas com um tipo de droga (lícita ou proibido) e devemos dizer-lhes que eles também têm um problema com os tranquilizantes”, comenta Brigos.

Os psicofármacos têm sobre a bolsa notabilidade do álcool, a cocaína, a maconha ou heroína. Com base em disso, muitas pessoas com problemas do que dependência junto de são conscientes dentre fazer isso. “Porquê dos prescrito pelo médico, pensam que sobre passa a zero. No entanto, apenas se consomem bem em cima haverá nenhum problema”, explica José María Vázquez-Quem, psiquiatra especialista em dependência entre a Clínica Capistrano.

Sobre a desafiar a ansiedade

Uma explicação para o ataque dentre tranquilizantes é que muitas pessoas se acostumar com destino a evitar a ansiedade e as situações que o provocam. Preferem o atalho com o comprimido antes de enfrentar não sentido de os problemas com seus recursos pessoais e, assim, em ou aprendem em direção a gerir a sua ansiedade. Os afetados podem ser do que idades e níveis sociais muito diferentes, mas eles compartilham alguns traços comuns: sofrem de medo, costumam na direção de desenvolver sintomas depressivos, evitam as situações que lhes causam ansiedade e têm interiorizado que junto podem resolver os seus problemas sem drogas e, até mesmo, as tomadas antes a uma situação que, talvez, lhes possa criar ansiedade.

Devido a outro lado, as pessoas viciadas têm uma predisposição biológica em direção a sê-lo. No interior de todo o mundo que toma psicofármacos ou que dentro de sabe enfrentar essa ansiedade desenvolve um vício. Todas as drogas que atuam no sistema de recompensa cerebral. “Quando um ato é agradável, o cérebro quer que se repita. Passa com o sexo, com a comida, com a diversão. E as drogas em geral atuam no nascente sistema”, explica Silva. Os tranquilizantes causam o efeito prazeroso para reduzir a ansiedade. Além disso, é um vício que junto de alerta: pouco com destino a pouco se aumenta a dose e chega um dia que já dentro há como voltar atrás.

Além do que os fatores biológicos e psicológicos, é necessário apontar outras causas que provocam o contínuo aumento do seu consumo em Portugal. Vázquez-Quem põe o acento na saturação do sistema público de saúde, que deixa pouco tempo entre paciente, ao profissional e leva essa que ele “tira rapidamente o receituário. Ardor origina um outro problema, que a factura farmacêutica seja muito elevada”. Além disso, a psicoterapia privada exige um desembolso parcimonioso que dentro de todo o mundo está pronto para assumir.

O tratamento

Os especialistas recomendam que, sempre que se queira reduzir ou interromper o consumo com psicofármacos, se faça sob controle médico. Em Portugal existem várias clínicas dentre desintoxicação, onde aborda diferentes vícios. “Você tem que estar nas mãos de um profissional”, diz Silva. “Quando alguém entra, primeiro se investiga o que consome, e em que quantidade, para calcular o quanto você pode diminuir a dose sem que tenha síndrome dentre abstinência, que, no caso, com os tranqüilizantes, é muito baú”. Se uma pessoa viciada deixa dentre tomar os calmantes do que batida, vai sofrer uma síndrome do que abstinência, com náuseas, vômitos, tonturas, ansiedade e taquicardia.

A entrada em uma clínica de desintoxicação com duração entre oito e dez semanas. A pessoa sai sem consumir zero e se realiza um acompanhamento que pode se arrastar por vários anos. O tratamento em ou se concentra apenas em expelir o consumo a psicofármacos, é necessário aprender essa reptar a ansiedade.

“Em uma segunda temporada do tratamento, quando a pessoa está quase desintoxicada em um projeto físico, há que iniciar a temporada deshabituación”, comenta Brigos. O indivíduo sofre menos medos e é o momento em que deve começar para aprender que junto precisa de drogas. Ao preço de tanto, há que se ter cuidado com a ansiedade de um ponto dentre vista psicoterapêutico. Se trabalha a superfície cognitiva a fim de que possa modificar pensamentos desadaptativos (“posso enfrentar em direção a uma reunião no trabalho se, em vez de tomar um sedativo”), a emocional com técnicas com relaxamento e a comportamental, com o propósito de começar em direção a aceitar que tem de enfrentar essa situação de farmácia.

A ANSIEDADE MOVE O MUNDO

Essa ninguém gosta de sentir ansiedade, mas é necessária. É um mecanismo do alerta que avisa com algum perigo, seja ele real ou imaginário. Sentir ansiedade é a forma que tem a organização do que se preparar para resolver um problema. É positivo porque permite estar capacitados para reptar muitas do que as situações que ocorrem na vida: uma entrevista com trabalho, um exame, uma bolsa notícia, etc. Em cima de obstativo, chega a um ponto em que, para muitas pessoas, torna-se intolerável. Já em cima é adaptativa, mas bloqueia. Interfere na vida laborativo e social e, além disso, justificação desconforto. Os sintomas de ansiedade são muito variados: taquicardia, sudorese, palpitações, tonturas, tremores e pensamentos obsessivos e negativos, entre outros.

Calcula-Se que cerca de 20% das pessoas sofrerão algum problema entre ansiedade durante a sua vida e os calmantes ajudam para combatê-la. Mas em ou devem se tornar uma solução eterna. São um bom remédio durante um determinado tempo e para um determinado problema, sempre sob prescrição médica. No caso do que a ansiedade interfira do que uma forma contínua na vida do que uma pessoa, é recomendável iniciar um tratamento psicoterapêutico. José María Vázquez-Quem se lembra de uma frase do filósofo Ludwig Wittgenstein: “A ansiedade é a alavanca que move o mundo”. Em sua opinião, obriga-se em direção a resolver os problemas, “mas, quando se apagam com psicofármacos, sobre resolvem e um conjunto de adapta-se não sentido das exigências da vida. É necessário fazer com que os problemas, mesmo que seja com ansiedade, para aprender, para superá-los”.

Agravo com psicofármacos e suas consequências
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